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Como funciona

Para onde? Eu consigo? É agora?

Quem vai escolher uma carreira esbarra nessas três perguntas, e cada uma pede uma medida própria. A Loomty lê as três na mesma partida: 36 perguntas, por volta de 8 minutos, e um relatório que termina num próximo passo concreto.

3 eixos
Interesse, confiança e prontidão, cada um com as suas perguntas e o seu cálculo: 24 de interesse, 6 de confiança e 6 de prontidão por partida.
9 facetas
Quatro de confiança e cinco de prontidão. Cada uma pode virar um passo.
4.050 perguntas
de confiança e prontidão, em banco próprio. Cada partida sorteia 12; as de interesse vêm do banco RIASEC, à parte. Na próxima vez, as perguntas são outras.
Toda a CBO
O interesse é cruzado com todas as ocupações da classificação oficial do Brasil.

Por que três leituras

Saber do que gosta não basta para escolher.

Muita gente sabe do que gosta e, mesmo assim, não sai do lugar. Quase sempre a trava está em outro fio: na confiança para dar o primeiro passo ou na prontidão para decidir. Troque a leitura abaixo e veja.

  1. Ama biologia e tem certeza de que medicina “não é para ele”.

    Interesse Confiança Prontidão

    Resolvido: gosta de biologia.Onde trava: confiança.

  2. Sabe o que quer, mas nunca trocou uma palavra com alguém que trabalha com aquilo.

    Interesse Confiança Prontidão

    Resolvido: sabe o que quer.Onde trava: vivência.

  3. Tem um plano bonito na cabeça e ainda espera alguém decidir por ela.

    Interesse Confiança Prontidão

    Resolvido: tem um plano.Onde trava: independência.

  4. Gosta de tanta coisa que qualquer escolha parece uma perda.

    Interesse Confiança Prontidão

    Resolvido: tem muitos interesses.Onde trava: decisão.

Olhando só o interesse, os quatro parecem resolvidos.Com as três leituras, dá para ver onde cada um trava. É por aí que a conversa começa.

Os três eixos

Três linhas de pesquisa.
A mais nova tem quase 50 anos.

Nenhuma das três teorias nasceu aqui. A Loomty escreveu perguntas próprias para cada uma e teceu as três num jogo que não tem cara de prova.

Eixo 01Holland, 1959

Interesse

Para onde?

Mostra que tipo de atividade te dá energia e em que mistura. É o fio que aponta a direção: áreas, ocupações e cursos para investigar.

RIASECPARAONDE?
6 tipos · 9 subtipos em cada · 54 recortes

De onde vem

  1. 1959

    John Holland

    Propõe seis grandes tipos de interesse e uma ideia simples: a gente rende mais onde o ambiente combina com o tipo.

  2. 1997

    Making Vocational Choices

    A terceira edição do livro de Holland, até hoje a referência da área.

  3. 1998

    O*NET

    O banco de ocupações do governo americano passa a descrever cada ocupação pelos seis tipos.

  4. Hoje

    Loomty

    Seis tipos, 54 subtipos e o cruzamento com todas as ocupações da CBO.

Os seis tipos

  • Construir

    Mãos, ferramentas e um resultado que dá para tocar.

  • Investigar

    Entender a fundo: perguntas, dados, hipóteses.

  • Criar

    Expressar e inventar, com liberdade de forma.

  • Ensinar

    Cuidar, orientar, fazer o outro crescer.

  • Liderar

    Convencer, decidir, pôr as coisas em movimento.

  • Organizar

    Ordem, método e precisão nos detalhes.

Os seis tipos do modelo RIASEC, na ordem do hexágono de Holland. Vizinhos no hexágono se parecem. Opostos têm pouco em comum.

As escalas de referência

SDS

Questionário de Busca Autodirigida (Self-Directed Search)

Holland, Fritzsche e Powell, 1994 · versão brasileira: Primi, Mansão, Muniz e Nunes, 2010

Mede
Os seis tipos de interesse de Holland e o código que resume a pessoa, o Código de Holland.
Formato
212 itens em quatro seções: atividades, competências, carreiras e autoavaliação de habilidades. Autoaplicável e autocorrigível.
Precisão
Alfa de Cronbach acima de 0,80 em todas as escalas, na versão brasileira.
SATEPSI
Parecer favorável do CFP para uso profissional desde dezembro de 2009.

E a Loomty? Não aplica o SDS. Segue a teoria de Holland, que é ciência aberta, com situações próprias do dia a dia, e cruza o resultado com as ocupações da CBO. 10 21 20

O*NET IP

O*NET Interest Profiler, versão curta

Rounds, Su, Lewis e Rivkin, 2010 · Centro Nacional do O*NET, Estados Unidos

Mede
Os mesmos seis tipos, ligados às ocupações do banco O*NET.
Formato
60 atividades, 10 por tipo, com resposta em 5 pontos, de “não gosto nada” a “gosto muito”. Derivada da versão longa de Lewis e Rivkin (1999).
Precisão
Alfa de 0,78 a 0,87 (1.061 pessoas); teste-reteste de 0,78 a 0,86.

E a Loomty? Usa a mesma ponte entre tipo e ocupação que o O*NET abriu, só que com a classificação brasileira, a CBO. 13 22

Onde ele é mais forte

  1. Aponta a direção

    Toda a CBO

    É o único dos três fios ligado direto às ocupações. Cada ocupação tem o seu desenho de interesses, e o seu resultado é comparado com cada um deles.

  2. Muda devagar

    Estável

    O interesse se firma ao longo da adolescência e segue estável na vida adulta. Por isso ele é a urdidura, que no tear são os fios esticados sobre os quais o resto se tece. Low e colegas, 2005

  3. O maior acervo

    67 anos

    É uma das teorias mais estudadas da psicologia de carreira, com décadas de dados em vários países. Holland, 1959 a hoje

Como pergunta

“Isso te anima?”

Pelo gosto. São situações do dia a dia, e a pergunta é se aquilo te anima.

O que ele não diz

Se você se sente capaz de ir, nem se já é hora. Isso fica com os outros dois fios.

Eixo 02Bandura, 1977

Confiança

Eu consigo?

Mede o quanto você se sente capaz de fazer o que uma escolha pede: olhar para si, pesquisar, conversar e planejar. É confiança nos passos da escolha. Autoestima e talento para uma área são outra conversa.

01020304EUCONSIGO?OLHAR PARA SIPESQUISAR PROFISSÕESCONVERSAR COM QUEM FAZPLANEJAR O CAMINHO
4 facetas · perguntas sempre sobre capacidade

De onde vem

  1. 1977

    Albert Bandura

    Cria o conceito de autoeficácia: acreditar que dá conta muda o que você tenta e o quanto insiste.

  2. 1983

    Taylor e Betz

    Levam a autoeficácia para as decisões de carreira e para a indecisão.

  3. 1994

    Lent, Brown e Hackett

    Criam a teoria social cognitiva de carreira, em que confiança, expectativa e interesse andam juntos.

  4. 2012

    Ambiel e Noronha, USF

    Organizam a pesquisa brasileira do tema em quatro fatores, construídos a partir de respostas de estudantes daqui.

  5. Hoje

    Loomty

    As quatro facetas, com perguntas próprias que sempre perguntam pela capacidade.

As quatro facetas

  • Olhar para si

    Reconhecer do que gosta, no que vai bem e o que valoriza.

    Faceta 01

  • Pesquisar profissões

    Buscar e avaliar informação sobre cursos, ocupações e mercado.

    Faceta 02

  • Conversar com quem faz

    Conseguir informação prática com profissionais, estudantes e professores.

    Faceta 03

  • Planejar o caminho

    Definir metas, organizar passos, prever recursos e contornar obstáculos.

    Faceta 04

Pesquisar e conversar ficam separados de propósito. Tem quem leia tudo sobre uma profissão e nunca pergunte nada a ninguém, e isso pede um passo diferente.

A escala de referência

EAE-EP

Escala de Autoeficácia para Escolha Profissional

Ambiel e Noronha · 1ª edição, 2012

Mede
A crença na própria capacidade de fazer as tarefas da escolha profissional. É autoeficácia de processo, não de área.
Formato
47 itens em quatro fatores: autoavaliação (17), coleta de informações ocupacionais (11), busca de informação profissional prática (11) e planejamento de futuro (8). Resposta em 4 pontos, de “acredito pouco” a “acredito muito”.
Público
Estudantes de 14 a 21 anos, do ensino médio.
Precisão
Alfa de 0,79 a 0,88 por fator; 0,94 no total.
SATEPSI
Favorável desde 03/12/2011. Pela lista consultada em 26/09/2026, as normas valem até 03/12/2026.

E a Loomty? As quatro facetas seguem os quatro fatores dessa escala (olhar para si, pesquisar profissões, conversar com quem faz, planejar o caminho), com perguntas próprias. Não é a EAE-EP: na etapa de convergência da validação, psicólogos parceiros aplicam a escala original junto com o jogo. 3 5 6 2 31

Onde ele é mais forte

  1. O fio com mais evidência

    54 mil

    Pessoas em 86 estudos: a confiança nos passos da escolha foi a autoavaliação mais ligada à indecisão, à frente da autoestima. Udayar e colegas, 2020

  2. Já nasce como ação

    4 verbos

    As facetas são verbos. Se falta confiança para conversar com quem faz, o passo é uma conversa, com dia marcado.

  3. Puxa a exploração

    Explora mais

    No Brasil, quem confia mais nos passos da escolha também explora mais por conta própria. Ambiel e Hernández, 2016

Como pergunta

“Você consegue…?”

Pela capacidade. Quase toda pergunta deste fio começa assim.

O que ele não diz

Se você é bom numa área. Confiar que consegue pesquisar uma profissão é diferente de saber exercê-la.

Eixo 03Super, 1955

Prontidão

É agora?

Mostra se a escolha já está nas suas mãos: se você toma a iniciativa, decide por critério próprio e conhece a si e ao mundo do trabalho o bastante para escolher agora.

3 ATITUDES2 CONHECIMENTOS0102030405ÉAGORA?
3 atitudes · 2 conhecimentos

De onde vem

  1. 1955

    Donald Super

    Cria a ideia de maturidade para a escolha: estar pronto para decidir é algo que se desenvolve com a idade e com a experiência.

  2. 2003

    Kathia Neiva

    Mede a maturidade para a escolha de alunos brasileiros do ensino médio, em cinco dimensões.

  3. 2005

    Neiva e colegas

    Separam atitude de conhecimento: querer escolher e saber o bastante para escolher são coisas diferentes.

  4. 2025

    Alvarenga e colegas

    Mostram de novo que ela responde a intervenção: depois de um programa de carreira, a maturidade sobe.

  5. Hoje

    Loomty

    As cinco facetas em dois grupos, com metade das perguntas virada ao contrário.

As cinco facetas, em dois grupos

  • Decisão

    O quanto a escolha já está definida.

    Atitude 01

  • Responsabilidade

    O quanto você se envolve e age pela escolha.

    Atitude 02

  • Independência

    Decidir por critério próprio, ouvindo opiniões sem ser levado por elas.

    Atitude 03

  • Conhecer a si

    Clareza sobre interesses, habilidades e valores.

    Conhecimento 04

  • Conhecer o mundo do trabalho

    Cursos, formas de entrada, rotina e mercado das áreas que te interessam.

    Conhecimento 05

A escala de referência

EMEP

Escala de Maturidade para a Escolha Profissional

Kathia Maria Costa Neiva · 1ª edição, 1999 · 2ª edição, 2014

Mede
A maturidade para escolher, como um conjunto de atitudes e de conhecimentos.
Formato
45 itens: determinação (10), responsabilidade (10), independência (8), autoconhecimento (7) e conhecimento da realidade educativa e socioprofissional (10). 22 deles são invertidos. Frequência em 5 pontos, de nunca a sempre.
Público
Do 9º ano do fundamental ao 3º do médio.
Precisão
Alfa de 0,75 a 0,91 por subescala, no manual de 2014.
SATEPSI
2ª edição favorável desde 22/03/2014, com normas até 22/03/2029.

E a Loomty? As cinco facetas seguem as cinco dimensões da EMEP, e a divisão entre atitude e conhecimento é da própria autora. As perguntas são próprias, com parte delas invertida, como na escala. Não é a EMEP: na validação, a escala original é aplicada junto com o jogo. 17 18 19 15 31

Onde ele é mais forte

  1. Diz o que falta

    Vontade ou informação?

    Como separa atitude de conhecimento, mostra o que falta. É a pista mais útil para quem conduz a conversa depois. Neiva e colegas, 2005

  2. Mede mudança

    d = 0,56

    É o fio com mais estudos de antes e depois de uma ação de carreira. Para a escola, é a régua para saber se a ação funcionou. Alvarenga e colegas, 2025

  3. Lê decisão com independência

    Escolha de quem?

    Alguém muito decidido e pouco independente pode ter escolhido pela família. O par diz mais do que cada faceta sozinha.

Como pergunta

“Você já sabe? Quem decide?”

Pelo agora. O que você já sabe, o que já faz e quem está decidindo.

O que ele não diz

Nada sobre idade ou nota. Prontidão é momento, e momento muda.

As perguntas de confiança e prontidão são escritas pela Loomty, nenhuma copiada ou adaptada de escala publicada, e estão em validação com psicólogos. Como a validação funciona

Onde entra o RIASEC

Os fios não se misturam. Eles se cruzam.

Cada eixo fecha a sua própria conta. Eles se encontram em dois pontos: no seu momento e no seu próximo passo.

1Confiança × prontidão

Juntas, confiança e prontidão dizem em que momento você está.

Combinadas, as duas colocam você em um de quatro momentos, e cada momento pede um passo diferente.

E o interesse? Fica fora dessa conta. Ele entra no cruzamento seguinte, para dizer onde o passo acontece.

O resultado mostra o seu momento, não quem você é. Jogue de novo depois de uma conversa, uma visita ou um semestre e veja o que mudou.

2Faceta × interesse

A faceta diz o que fazer. O interesse diz onde.

No tear, a urdidura são os fios esticados que dão a estrutura, e a trama é o fio que vai e volta e desenha o tecido. Na Loomty, o RIASEC é a urdidura: seis tipos de interesse, estáveis, que dão a direção. As nove facetas de confiança e prontidão são a trama. Escolha um fio de cada, ou toque direto num cruzamento, e veja o passo que sai dele.

Seu interesse puxa para

A faceta a fortalecer

O passo que sai deste cruzamento

Peça quinze minutos de conversa a alguém que trabalha ensinando ou cuidando de pessoas. Leve três perguntas prontas.

Neste exemplo, conversar com quem faz é a faceta de confiança que mais pede força, e ensinar é para onde o interesse puxa. O passo junta os dois.

Exemplo ilustrativo. No relatório, o passo usa as facetas e as ocupações do seu próprio resultado.

  1. 01

    Cada pergunta pertence a um fio.

    Gostar de consertar coisas não diz se você se sente capaz de pedir uma conversa a um mecânico. Por isso cada eixo tem perguntas e cálculo próprios.

  2. 02

    O interesse não dá nota à confiança.

    O único estudo brasileiro que cruzou a confiança nos passos da escolha com os seis tipos achou relações quase nulas. Deduzir uma coisa da outra seria inventar conta. Murgo, Barros e Sena, 2020

  3. 03

    O RIASEC entra como endereço.

    Cada pergunta de confiança e prontidão carrega uma etiqueta de afinidade com os seis tipos. Ela não mexe em nenhuma leitura, nem na de interesse, que sai só das perguntas de interesse. Serve para escrever o passo com a cara do seu interesse.

Por que esta composição

Tire um dos fios e o tecido abre.

Interesse, confiança nos passos e prontidão formam o modelo de autogestão de carreira de Lent e Brown, um dos mais apoiados pela pesquisa para ler a qualidade de uma escolha. Cada fio responde uma pergunta que os outros dois não alcançam.

Onde cada fio responde melhor

Interesse1 pergunta
  1. Que áreas e ocupações combinam comigo?

    É o fio ligado direto às ocupações. Cada uma tem o seu desenho de interesses.

Confiança3 perguntas
  1. Por que eu não saio do lugar?

    A confiança nos passos da escolha é a autoavaliação mais ligada à indecisão. Udayar e colegas, 2020

  2. O que eu faço esta semana?

    As facetas são verbos. A faceta a fortalecer vira tarefa sem precisar de tradução.

  3. Pesquiso muito e não falo com ninguém. Isso importa?

    Pesquisar e conversar são facetas separadas e pedem passos diferentes.

Prontidão3 perguntas
  1. Falta vontade ou falta informação?

    Atitude e conhecimento são lidos em separado. Neiva e colegas, 2005

  2. A escolha é minha ou da minha família?

    Decisão lida junto com independência pode revelar escolha feita sob pressão.

  3. A ação da escola fez diferença?

    É o fio com mais estudos de antes e depois de uma intervenção. Alvarenga e colegas, 2025

Quando precisa de dois fios

Quem precisa de apoio primeiro?

Confiança Prontidão

Momento · começando agora

As duas em construção colocam a pessoa no momento de explorar com apoio de perto.

O que a gente decidiu não fazer.

Cada item abaixo seria mais fácil de vender e mais difícil de defender.

  1. 01

    Somar os três num número. Uma nota única apagaria justamente o lugar onde você trava.

  2. 02

    Deduzir confiança do interesse. Não há evidência que sustente essa conta.

  3. 03

    Tratar o “não sei” como meio-termo. Ele vira pausa: fica fora da média e volta como assunto de conversa.

  4. 04

    Dar nota a cada faceta. Com poucas perguntas por faceta numa partida, a faceta vira sinal (forte, intermediária ou a desenvolver) e vira passo.

  5. 05

    Usar confiança e prontidão para selecionar pessoas. Elas descrevem um momento e mudam com o tempo. Ficam fora de qualquer ranking de vaga.

Como é jogar

Por fora, um jogo. Por dentro, três leituras.

São situações curtas com quatro respostas, e o assunto troca de fio sem aviso. A confiança tem escala própria, de capacidade. Escolha uma pergunta de exemplo e toque numa resposta para ver aonde ela vai.

Você consegue perguntar a alguém como é o trabalho que faz?

Confiança · faceta conversar com quem faz

Não aponta o próximo passo.

Esta faceta vira candidata ao seu plano: uma conversa com quem faz, com três perguntas prontas para levar.

Aonde vai esta resposta

  1. 01

    Você joga

    São 36 situações com quatro respostas. Interesse e prontidão usam Sim, Às vezes, Não sei e Não; a confiança, Sim, Acho que sim, Acho que não e Não.

  2. 02

    Cada fio no seu cálculo

    O interesse, com as suas 24 perguntas, é cruzado com as ocupações da CBO. Confiança e prontidão, com 6 cada, são lidas cada uma por conta própria.

  3. 03

    A Iara escreve

    A Iara, a assistente da Loomty, escreve o relatório em linguagem simples, citando as suas respostas. Dá para ler sozinho ou com um profissional.

  4. 04

    Você dá o próximo passo

    Cada faceta a fortalecer vira uma tarefa que cabe numa semana. É isso que você leva para casa.

Quer ver os seus três fios?

Jogar agora, de graça

O que sai da partida

Um relatório que o jovem entende e o profissional usa.

Sua direção
Áreas, ocupações da CBO e cursos para investigar, cada um com o porquê ao lado.
Confiança para agir
Em que frente você já se sente capaz e qual fortalecer primeiro. Sem nota por faceta.
Momento de escolha
Exploração, amadurecimento ou decisão. É uma fase, e o relatório diz o que costuma fazê-la andar.
Um passo por faceta
Tarefas pequenas o bastante para caber na semana, com a cara do seu interesse.
As dúvidas, marcadas
Cada “não sei” aparece como ponto de conversa. É por ali que uma sessão costuma render.
A nota técnica
Para o profissional: bases teóricas, perguntas por eixo, pausas, versão do cálculo e status de validação.

Confiança para agir e momento de escolha chegam com a etiqueta “em validação” enquanto a validação não termina.

Perguntas diretas

O que a gente mais escuta.

Não. É exploração de carreira em formato de jogo. Não gera laudo nem diagnóstico e não está na lista oficial de testes do conselho de psicologia. Gera um mapa para conversar.
Nem tenta. Dá a ele um ponto de partida melhor e mais tempo para o que só ele sabe fazer.
Adaptabilidade é o conceito mais recente e combina com universitários e adultos em transição. A Loomty lê a primeira grande escolha, ainda na escola, e é para esse momento que a pesquisa brasileira de maturidade tem mais estudo.
Vale. Interesse costuma mudar devagar. Confiança e prontidão crescem com a experiência, e o histórico mostra esse movimento.
Por volta de 8 minutos. São 36 perguntas, sem cronômetro: dá para responder de uma vez, no seu ritmo.
Não. Jogar não pede cartão. Um crédito vira um relatório quando você quiser continuar, sem prazo para decidir.
Jogar não pede nome nem dado identificado, então não há o que consentir. O consentimento entra só na hora de gerar o relatório, e para menor de idade um responsável autoriza antes.
Não. Ela organiza o que já está na sua cabeça e aponta um próximo passo. A escolha continua sua.

Regulação

O jogo é nosso. As regras, não.

Psicologia no Brasil tem lei, conselho e lista oficial de testes. Aqui está onde a Loomty fica diante de cada regra, e o que ela se proíbe de fazer.

  1. Lei federal

    4.119/62

    A profissão de psicólogo

    O que ela diz

    Usar métodos e técnicas psicológicas para orientação e seleção profissional é função privativa do psicólogo (art. 13, § 1º).

    Onde a Loomty fica

    A Loomty faz exploração de carreira: um jogo e um relatório para conversar. Quando é caso de avaliação psicológica, quem avalia é o psicólogo, e a Loomty entra como ponto de partida da conversa.

  2. Resolução CFP

    31/2022

    Avaliação psicológica e SATEPSI

    O que ela diz

    Estabelece as diretrizes da avaliação psicológica e regula o SATEPSI, a lista oficial de testes. O uso profissional de teste psicológico é privativo do psicólogo (art. 8º).

    Onde a Loomty fica

    A Loomty não se apresenta como teste psicológico, não emite laudo e não faz diagnóstico. Para quem joga, cada faceta aparece como assunto de conversa e como passo do plano.

  3. Lei federal

    9.610/98

    Direito autoral

    O que ela diz

    Ideias, métodos e conceitos não são protegidos como tais (art. 8º). O texto de um instrumento publicado é.

    Onde a Loomty fica

    A Loomty segue as teorias, que são ciência aberta, e escreve todas as perguntas. Nenhuma é cópia nem paráfrase de escala publicada. As escalas originais seguem sendo instrumento do psicólogo.

  4. LGPD · Lei 13.709/18

    Art. 14

    Dados de crianças e adolescentes

    O que ela diz

    O tratamento de dados de crianças e adolescentes deve ser feito no melhor interesse deles.

    Onde a Loomty fica

    Jogar não pede nome nem dado identificado. O consentimento entra na hora do relatório, e com menor de idade um responsável autoriza antes. Pedir exportação ou exclusão dos dados faz parte do produto.

  5. Ética em pesquisa

    CEP/Conep

    Validação com gente de verdade

    O que ela diz

    Pesquisa com pessoas exige consentimento livre e esclarecido, e estudo publicado passa antes por comitê de ética.

    Onde a Loomty fica

    Dado de partida só entra em estudo de validação com um consentimento à parte, específico para pesquisa. Estudo que for publicado passa antes pelo sistema CEP/Conep.

Limites que a Loomty se impõe

Fora da seleção

Confiança e prontidão nunca entram em ranking de vaga, seleção ou eliminação de candidatos.

Sem rótulo

O relatório fala em confiança em construção e em fase de exploração. Imaturo e incapaz não existem ali.

Faixa é momento

Toda faixa vem com o que costuma movê-la, como uma conversa com quem trabalha na área ou um semestre de experiência.

Em validação, dito assim

Leitura nova só aparece com a etiqueta “em validação”, até cumprir os critérios.

O caminho da validação.

Enquanto essa trilha não termina, confiança e prontidão chegam ao relatório com a etiqueta “em validação”.

  1. 01

    Juízes

    Psicólogos avaliam cada pergunta: se mede mesmo a faceta e se é clara para quem joga.

  2. 02

    Calibração

    Um conjunto fixo de perguntas é respondido por centenas de pessoas, com consentimento de pesquisa.

  3. 03

    Estrutura

    A análise confere se confiança e prontidão aparecem como fios distintos e se cada faceta se sustenta.

  4. 04

    Convergência

    Psicólogos parceiros aplicam as escalas originais, com material licenciado, junto com a Loomty, e os resultados são comparados.

Este bloco resume como a Loomty se posiciona diante das normas e não substitui parecer jurídico. Dúvida de enquadramento? Fale com a equipe. As fontes estão em Referências, no fim da página.

Próximo passo

As três perguntas cabem numa partida.

36 perguntas, por volta de 8 minutos, de graça. No fim, um relatório escrito do jeito que você fala e um passo para a semana.

Referências e definições

As escalas citadas

SDS, Questionário de Busca Autodirigida
Inventário de interesses criado por John Holland para identificar os seis tipos RIASEC e o Código de Holland de uma pessoa. A versão brasileira tem 212 itens em quatro seções e é de uso privativo do psicólogo. 10 21
O*NET Interest Profiler
Inventário de interesses RIASEC do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, feito para ligar o resultado às ocupações do banco O*NET. A versão curta tem 60 atividades. 13 22
EAE-EP, Escala de Autoeficácia para Escolha Profissional
Escala brasileira que mede o quanto a pessoa acredita que consegue realizar as tarefas da escolha profissional, em quatro fatores. Construída a partir de respostas de estudantes brasileiros, com base na teoria de Bandura. Uso privativo do psicólogo. 3 5
EMEP, Escala de Maturidade para a Escolha Profissional
Escala brasileira que mede a maturidade para escolher, a partir da teoria de Donald Super, em três dimensões de atitude e duas de conhecimento. Uso privativo do psicólogo. 17 18

Termos

Alfa de Cronbach
Medida de consistência interna: o quanto os itens de uma escala apontam para a mesma coisa. Vai de 0 a 1, e acima de 0,70 costuma ser considerado adequado.
Teste-reteste
Correlação entre duas aplicações da mesma escala, às mesmas pessoas, com semanas de intervalo. Mostra se o resultado é estável.
Normas
Tabelas que comparam o resultado de uma pessoa com o de uma amostra de referência. No SATEPSI, têm prazo de validade.
SATEPSI
Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos do Conselho Federal de Psicologia. Lista os testes com parecer favorável, cujo uso profissional é privativo do psicólogo.
Tamanho de efeito (d)
Diferença entre dois momentos, medida em desvios-padrão. Um d de 0,5 é considerado um efeito médio.

SDS, EAE-EP e EMEP são instrumentos de seus autores e editoras, de uso privativo do psicólogo, citados aqui como referência científica. A Loomty não tem vínculo com eles, não os aplica e não reproduz nem adapta os seus itens. Os dados das escalas vêm dos artigos e manuais citados e da lista do SATEPSI.

Referências

  1. Alvarenga, M. A. S. e colegas (2025). Intervenção em aconselhamento de carreira por meio da maturidade para a escolha profissional. Psicologia: Ciência e Profissão, 45.
  2. Ambiel, R. A. M. & Hernández, D. N. (2016). Relações entre autoeficácia para escolha profissional, exploração e indecisão vocacional. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 17(1).
  3. Ambiel, R. A. M. & Noronha, A. P. P. (2011). Construção dos itens da Escala de Autoeficácia para Escolha Profissional. Psico-USF, 16(1).
  4. Ambiel, R. A. M. & Noronha, A. P. P. (2012). Autoeficácia para escolha profissional: teoria, pesquisas e avaliação. Psicologia em Pesquisa, 6(2), 171-178.
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  6. Ambiel, R. A. M., Noronha, A. P. P. & Carvalho, L. F. (2015). Analysis of the professional choice self-efficacy scale using the Rasch-Andrich rating scale model. International Journal for Educational and Vocational Guidance, 15(3).
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