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Estudante de uniforme com a mochila no colo conversando com a psicóloga, as duas em poltronas num consultório com estantes de livros e plantas

Para psicólogos e orientadores

O mapa já está levantado quando a sessão começa.

O jovem joga oito minutos antes de sentar com você. A Iara devolve cinco páginas em linguagem de devolutiva, citando as respostas que ele deu. Você abre a sessão no ponto em que ela normalmente terminaria.

Devolutiva escritaCinco páginas da Iara em linguagem de conversa, prontas para ler em voz alta com o jovem.
54 subtiposNão “Artístico” e ponto: Narrativa, Estesia ou Criação. A granularidade que seis letras não dão.
O “não sei” contaA hesitação entra na leitura como dado legítimo, em vez de sumir na média.
Ele valida o perfilOito fichas em que o jovem confirma ou corrige a leitura antes de ela fechar. Nada é imposto por algoritmo.

O que chega na sua mesa

Este é o relatório. Inteiro.

Cinco páginas, escritas pela Iara a partir das respostas daquela pessoa. Não é um resumo de uma página nem um gráfico solto: é o material que você lê junto com o jovem, feito para ser lido em voz alta.

Relatório da Loomty: a leitura escrita pela Iara, as respostas dadas ao longo do jogo, as leituras de comportamento e os caminhos de formação que conversam com elas.

O que tem dentro

Uma leitura que cita o próprio jovem

Não é texto genérico de perfil com o nome trocado. A Iara escreve a partir do que aquela pessoa respondeu, e traz as respostas dela dentro do texto. É por aqui que a conversa costuma abrir.

Índice de leitura, com a conta à vista

Um número de 0 a 10 para a consistência das respostas, e a metodologia declarada logo abaixo. Você sabe de antemão o quanto pode se apoiar naquela leitura.

Onde ele rende e o que o desgasta

Os ambientes em que a pessoa floresce e os que consomem energia sem devolver nada. Vem em frase, não em nota.

Caminhos ordenados por aderência

Formações e ocupações classificadas numa escala de cinco níveis de alinhamento, dentro de um banco de 300 profissões cruzado com Holland, O*NET e Big Five. Hipóteses para discutir, nunca recomendação fechada.

Um plano de ação em três horizontes

O que dá para fazer nos próximos meses, no resto do ano e nos próximos três. Sai escrito no relatório, então a sessão termina com o jovem levando tarefa, não impressão.

O jogo inteiro, pergunta a pergunta

Do jeito que ele respondeu, inclusive o que ele marcou como “não sei”. Serve para você conferir a leitura em vez de aceitá-la de olhos fechados.

O argumento

O tempo que ia embora na coleta vira tempo de conversa.

A parte que a plataforma faz é a parte que ninguém sente falta de fazer. O que ela não faz é exatamente aquilo que você cobra.

Sem a Loomty

A primeira sessão vai em levantar histórico e mapear interesses. Você aplica, corrige e tabula à mão, entre um atendimento e outro. A devolutiva escrita sai do zero, uma por pessoa, quase sempre fora do horário. O histórico mora em pastas suas, e comparar duas datas é trabalho manual.

Com a Loomty

O levantamento já aconteceu, em oito minutos, antes de você sentar. A tabulação já vem feita, e você confere pergunta a pergunta se quiser. A devolutiva escrita chega pronta, em linguagem de conversa, para você editar e assinar. O histórico fica na ficha da pessoa, e a evolução aparece sozinha.
Psicóloga e jovem rindo numa sala de atendimento, com o relatório impresso na mesa entre as duas.

O que muda na sessão

O relatório vira assunto, não resultado.

  • O jovem chega tendo pensado no assunto, porque jogou oito minutos antes de sentar.
  • Quando a conversa trava, tem um texto na mesa para apontar.
  • Ele confere as próprias respostas, então discorda com argumento na mão.
  • Ele já eliminou sozinho o que não faz sentido, numa etapa do jogo em que quem descarta é ele. A sessão não começa na lista inteira de profissões.
  • Na segunda aplicação as perguntas são outras, então comparar duas datas não esbarra na memória dele.
  • O que ficou aberto vira a pergunta da sessão seguinte.

O acesso de orientador

Jogar nunca consome nada.

A cota é do relatório, não do jogo. Você aplica em quantas pessoas quiser, quantas vezes quiser, e só usa alguma coisa quando decide gerar o PDF para levar à sessão. Quem não virou atendimento não custou nada.

  • Jogadores ilimitados: a turma inteira, a fila de espera, o irmão que veio junto. Aplicar é livre.
  • Três relatórios por mês inclusos, 36 ao longo do ano, e cada um sai com o Mapa de Trajetória junto: uma folha A4 visual que o jovem leva para casa e mostra para a família.
  • Histórico por pessoa: as devolutivas anteriores na mesma ficha, e a evolução entre duas datas aparece sem você montar planilha.
  • Painel de turma e perfis, para quando o atendimento é de grupo e você precisa do agregado antes de olhar caso a caso.
  • Material de apoio para a devolutiva, para a primeira vez que você senta com o relatório na mão.

A assinatura é de R$ 99 por mês, sem contrato mínimo e sem mínimo de atendimentos. A tabela inteira, com ciclo anual e relatório avulso, está em planos e créditos.

O limite, dito antes de você perguntar

Não emite laudo

Instrumento de exploração orientativa, na definição da Resolução CFP 06/2019. A leitura é insumo da sua devolutiva, não substituta dela.

Não está no SATEPSI, e não finge estar

Não é instrumento psicométrico de uso clínico. Quando o caso pedir avaliação formal, ela continua sendo sua, com as ferramentas que já são suas.

Não decide nada pelo jovem

Nenhum resultado é veredito, e nenhum caminho vem marcado como o certo. Quem transforma material em direção é você, na conversa.

Não escreve em linguagem de diagnóstico

O relatório é redigido em linguagem de desenvolvimento, e o grau de certeza de cada leitura vem qualificado no próprio texto. Nada ali soa como parecer.

Próximo passo

Jogue uma vez antes de indicar para alguém.

São os mesmos oito minutos que o seu paciente vai passar, e jogar não custa nada. Depois de ter visto o próprio relatório, a conversa sobre o que fazer com ele fica bem mais curta.