Para psicólogos e orientadores
O mapa já está levantado quando a sessão começa.
O jovem joga oito minutos antes de sentar com você. A Iara devolve cinco páginas em linguagem de devolutiva, citando as respostas que ele deu. Você abre a sessão no ponto em que ela normalmente terminaria.
O que chega na sua mesa
Este é o relatório. Inteiro.
Cinco páginas, escritas pela Iara a partir das respostas daquela pessoa. Não é um resumo de uma página nem um gráfico solto: é o material que você lê junto com o jovem, feito para ser lido em voz alta.
O que tem dentro
Uma leitura que cita o próprio jovem
Não é texto genérico de perfil com o nome trocado. A Iara escreve a partir do que aquela pessoa respondeu, e traz as respostas dela dentro do texto. É por aqui que a conversa costuma abrir.
Índice de leitura, com a conta à vista
Um número de 0 a 10 para a consistência das respostas, e a metodologia declarada logo abaixo. Você sabe de antemão o quanto pode se apoiar naquela leitura.
Onde ele rende e o que o desgasta
Os ambientes em que a pessoa floresce e os que consomem energia sem devolver nada. Vem em frase, não em nota.
Caminhos ordenados por aderência
Formações e ocupações classificadas numa escala de cinco níveis de alinhamento, dentro de um banco de 300 profissões cruzado com Holland, O*NET e Big Five. Hipóteses para discutir, nunca recomendação fechada.
Um plano de ação em três horizontes
O que dá para fazer nos próximos meses, no resto do ano e nos próximos três. Sai escrito no relatório, então a sessão termina com o jovem levando tarefa, não impressão.
O jogo inteiro, pergunta a pergunta
Do jeito que ele respondeu, inclusive o que ele marcou como “não sei”. Serve para você conferir a leitura em vez de aceitá-la de olhos fechados.
O argumento
O tempo que ia embora na coleta vira tempo de conversa.
A parte que a plataforma faz é a parte que ninguém sente falta de fazer. O que ela não faz é exatamente aquilo que você cobra.
Com a Loomty
O que muda na sessão
O relatório vira assunto, não resultado.
- O jovem chega tendo pensado no assunto, porque jogou oito minutos antes de sentar.
- Quando a conversa trava, tem um texto na mesa para apontar.
- Ele confere as próprias respostas, então discorda com argumento na mão.
- Ele já eliminou sozinho o que não faz sentido, numa etapa do jogo em que quem descarta é ele. A sessão não começa na lista inteira de profissões.
- Na segunda aplicação as perguntas são outras, então comparar duas datas não esbarra na memória dele.
- O que ficou aberto vira a pergunta da sessão seguinte.
O acesso de orientador
Jogar nunca consome nada.
A cota é do relatório, não do jogo. Você aplica em quantas pessoas quiser, quantas vezes quiser, e só usa alguma coisa quando decide gerar o PDF para levar à sessão. Quem não virou atendimento não custou nada.
- Jogadores ilimitados: a turma inteira, a fila de espera, o irmão que veio junto. Aplicar é livre.
- Três relatórios por mês inclusos, 36 ao longo do ano, e cada um sai com o Mapa de Trajetória junto: uma folha A4 visual que o jovem leva para casa e mostra para a família.
- Histórico por pessoa: as devolutivas anteriores na mesma ficha, e a evolução entre duas datas aparece sem você montar planilha.
- Painel de turma e perfis, para quando o atendimento é de grupo e você precisa do agregado antes de olhar caso a caso.
- Material de apoio para a devolutiva, para a primeira vez que você senta com o relatório na mão.
A assinatura é de R$ 99 por mês, sem contrato mínimo e sem mínimo de atendimentos. A tabela inteira, com ciclo anual e relatório avulso, está em planos e créditos.
O limite, dito antes de você perguntar
Não emite laudo
Instrumento de exploração orientativa, na definição da Resolução CFP 06/2019. A leitura é insumo da sua devolutiva, não substituta dela.
Não está no SATEPSI, e não finge estar
Não é instrumento psicométrico de uso clínico. Quando o caso pedir avaliação formal, ela continua sendo sua, com as ferramentas que já são suas.
Não decide nada pelo jovem
Nenhum resultado é veredito, e nenhum caminho vem marcado como o certo. Quem transforma material em direção é você, na conversa.
Não escreve em linguagem de diagnóstico
O relatório é redigido em linguagem de desenvolvimento, e o grau de certeza de cada leitura vem qualificado no próprio texto. Nada ali soa como parecer.
Próximo passo
Jogue uma vez antes de indicar para alguém.
São os mesmos oito minutos que o seu paciente vai passar, e jogar não custa nada. Depois de ter visto o próprio relatório, a conversa sobre o que fazer com ele fica bem mais curta.